segunda-feira, 4 de julho de 2011

Aécio Neves defende fim das coligações em respeito à vontade do eleitor

Senador mineiro voltou a criticar o desrespeito à Constituição na discussão sobre salário mínimo
O senador Aécio Neves defendeu nessa terça-feira (22-02), em Brasília, o fim das coligações nas eleições proporcionais (deputados federais e estaduais). Na avaliação do senador, o atual modelo tem provocado uma distorção da representação eleitoral quando, em razão das alianças entre os partidos, um candidato que obtém grande número de votos, o chamado "puxador de votos", elege a si mesmo mas também candidatos de outras legendas, que, entretanto, não têm votação representativa.
Para por fim a essa distorção, o senador Aécio Neves disse que proporá o modelo misto como uma forma de garantir que a vontade do eleitor seja respeitada e os partidos fortalecidos.  A Comissão de Reforma Política do Senado Federal tomou posse hoje, iniciando os trabalhos para reordenar o sistema político-eleitoral brasileiro.
“Esse (voto proporcional) é um sistema que desfigura o processo representativo, quando um eleitor vota num determinado candidato e elege um candidato de um partido que atuará de forma absolutamente distinta daquele no qual ele votou. Em todas as eleições nós temos, como maior ou com menor impacto aqueles chamados puxadores, que poderiam e deveriam ser eleitos, mas não necessariamente trazer consigo um conjunto de parlamentares eleitos por outros partidos e apenas ali coligados”, explicou o senador em entrevista.
Pelo modelo que tem sido chamado de “distritão misto” cada partido apresenta aos eleitores um número de candidatos equivalente às vagas existentes para seu Estado - transformado em um único distrito eleitoral - o chamado distritão - e também uma lista fechada com outros candidatos. Vencem os candidatos que obtiverem mais votos (voto majoritário) e também aqueles que estiverem nos primeiros lugares das listas mais votadas. Para o senador, isso permitiria que, o voto do eleitor seja respeitado e os partidos fortalecidos. Ainda de acordo com Aécio Neves, com esse sistema, o Congresso passaria a contar, além daqueles que têm um contado direto com cada região ou Estado, com representantes de segmentos de pensamento e de entidades e grandes debatedores.
“Há um sentimento crescente  pela transição do voto proporcional para o voto majoritário. Eu temo apenas pela fragilização dos partidos com esse modelo exclusivo. Por isso, tenho proposto o modelo misto. O distrital misto seria nossa proposta original, mas considerando que de fato existam dificuldades para definição clara dos distritos, surge a ideia do distritão, que seria o Estado considerado um distrito. Um partido podendo lançar um número de candidatos correspondentes ao número de vagas para aquele Estado, acoplado a um percentual de parlamentares eleitos em lista partidária.”, afirmou.
Aécio Neves defendeu também que o prazo de 45 dias para que a comissão apresente sua conclusão seja respeitado.
“O prazo estabelecido de 45 dias a meu ver deve ser improrrogável e essa é uma das propostas também que eu levarei na instalação da comissão. Acho que se chegarmos ao final com quatro ou cinco temas em condições de serem votados na Comissão de Constituição e Justiça, e em seguida no plenário do Senado, é um grande passo.”, disse.
Na sessão de instalação da Comissão de Reforma Política, a mesa diretora foi formada, ao lado do presidente do Senado, José Sarney, o vice-presidente da República, Michel Temer, o presidente da Câmara dos Deputados, deputado Marco Maia, o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), José Antonio Dias Toffoli, e o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo.
Membros da comissão
Além do senador Aécio Neves, fazem parte da comissão o senador Francisco Dornelles, presidente da mesma, e os senadores Itamar Franco, Fernando Collor, Demóstenes Torres , Roberto Requião , Luiz Henrique , Wellington Dias, Jorge Viana, Pedro Taques, Antônio Carlos Valadares , Eduardo Braga, Ana Rita Esgario; Vanessa Grazziotin; e Lúcia Vânia.
Salário Mínimo
O senador Aécio Neves voltou a criticar a proposta do governo federal que retira do Congresso Nacional o direito de discutir e votar o valor do salário mínimo a cada ano. O senador mineiro afirmou que isso seria um desrespeito ao que determina a Constituição Federal.
“Acho um equívoco muito grande do governo, da base de sustentação da presidente da República buscar logo na sua primeira relação com o Congresso Nacional usurpar do Poder Legislativo aquilo que a Constituição lhe delega, que é o direito de, por lei, definir a majoração do salário mínimo. Essa é uma questão que se tornará central amanhã, a meu ver mais que os valores em discussão. Trata-se de nós dizermos se vamos cumprir o que prevê a Constituição aprovando a cada ano, por lei, ou se nós vamos permitir essa delegação ao Poder Executivo. Me parece um equívoco”, denunciou.
Para Aécio Neves, essa será a principal discussão amanhã, quando o Senado vota o aumento do salário mínimo. Ele frisou que o PSDB irá votar a favor da proposta de um salário mínimo de R$ 600, mas lembra que, sendo minoria, o partido sabe que não deverá vencer e por isso deverá apoiar a proposta de R$ 560, caso a proposta original seja de fato rejeitada.
“Não tenho ilusão em relação ao resultado, até porque nós estamos em início de um governo, o governo tem uma base muito sólida no Congresso. Mas eu farei amanhã, da tribuna, um apelo em especial à base do governo: mais do que ser fiel ao governo, mais do que ser leal à presidente da  República, o que está em jogo aqui é o papel dessa casa na defesa da Constituição. A questão de fundo é exatamente essa: o governo, se tem um projeto de reajuste do salário pelo crescimento da economia mais inflação, é legítimo que o tenha, mas é necessário que a cada ano o governo venha aqui com sua base política defender essa proposta de reajuste.”, concluiu, informando que, se for necessário, os partidos de oposição vão recorrer ao Supremo Tribunal Federal.
Fonte: Assessoria de Imprensa do Senador Aécio Neves

Entrevista do Senador Aécio Neves sobre a Reforma Política e votação do salário mínimo

Data: 22-02-11

O que o senhor acha que tem chance de fato de sair do papel?

Em primeiro lugar é fundamental que todos os membros da comissão deixem de fazer as contas sobre o que é melhor para o seu partido e do que é melhor para o seu próprio projeto pessoal. Nós queremos e precisamos fazer uma reforma que seja duradoura, e por isso mesmo o interesse do processo político é que tem que prevalecer. Eu vejo alguns consensos, ou pelo menos vejo a possibilidade de alguns consensos. Por exemplo: o fim das coligações nas eleições proporcionais, até porque esse é um sistema que desfigura o processo representativo, quando um eleitor voto num determinado candidato e elege um candidato de um partido que atuará de forma absolutamente distinta daquele no qual ele votou.

É o efeito Tiririca? O senhor acha que essa comissão tem poder e vontade política para acabar com isso?

Olha, eu acho que esse é um dos objetivos, não apenas pelo Tiririca, que está aqui legitimamente, mas por aqueles que sem terem tido a votação necessária vêm aqui na sua esteira. Existem milhares de “tiriricas” espalhados por aí, em todas as eleições nós temos, como maior ou com menor impacto aqueles chamados puxadores, que poderiam e deveriam  ser eleitos, mas não necessariamente trazer consigo um conjunto de parlamentares eleitos por outros partidos e apenas ali coligados. Há um sentimento crescente, sobretudo porque liderado por representantes de partidos com grande representação na Câmara, pela transição do voto proporcional para o voto majoritário. Eu temo apenas pela fragilização dos partidos com esse modelo exclusivo. Por isso, eu tenho proposto o modelo misto. O distrital misto seria nossa proposta original, mas considerando que de fato existam dificuldades para definição clara dos distritos, a idéia do distritão, que seria o Estado considerado um distrito, portanto, um partido podendo lançar um número de candidatos correspondentes ao número de vagas para aquele estado, acoplado a um percentual de parlamentares eleitos em lista partidária, porque permitiria que, além daqueles que têm um contado direto com cada uma das regiões ou com os estados, você tivesse representantes de segmentos de pensamento, grandes debatedores no Congresso Nacional, representantes de entidades, enfim, você possibilitaria que o Congresso se fortalecesse na sua capacidade de discutir os grandes temas nacionais. Portanto é uma idéia nova que será colocada amanhã na mesa de negociações. Quem sabe um distritão misto possa ser o caminho para um entendimento em torno dessa questão.

Duas comissões, agora o Senado e depois a Câmara, não é jogar para nunca essa reforma?

A partir do momento em que nós decidimos participar dessa comissão temos que acreditar que ela terá um fim. O prazo estabelecido de 45 dias a meu ver deve ser improrrogável e essa é uma das propostas também que eu levarei na instalação da comissão. São 45 dias para, em torno de 10 temas, nos elegermos quatro ou cinco.... Acho que se chegarmos ao final com quatro ou cinco temas em condições de serem votados na Comissão de Constituição e Justiça, e em seguida no plenário do Senado, é um grande passo. E, obviamente, aquela comissão que conseguir concluir mais rapidamente o seu trabalho vai de alguma forma orientar a outra, porque a outra irá debater exatamente aqueles temas que numa casa eventualmente já tenham sido aprovados.  Portanto eu acho que o Senado parte na frente nessa discussão. É muito importante que a Câmara também faça a sua discussão, se possível paralelamente em torno dos mesmos temas que estão aqui sendo elencados pelo Senado.

E o salário mínimo? Qual é a expectativa do senhor em relação à votação de amanhã?

É claro que nós percebemos que somos minoria na Casa. Mas a oposição exerce a sua  posição de minoria votando e, em determinadas questões, marcando posição, sobretudo quando estão em jogo os valores, os valores éticos, e entre eles o respeito à Constituição. Estamos todos aqui porque a Constituição permite que nós estejamos aqui. Acho um equívoco muito grande do governo, da base de sustentação da presidente da República buscar logo na sua primeira relação com o Congresso Nacional usurpar do Poder Legislativo aquilo que a Constituição lhe delega, que é o direito de, por lei, definir a majoração do salário mínimo. Essa é uma questão que se tornará central amanhã, a meu ver mais que os valores em discussão. Trata-se de nós dizermos se vamos cumprir o que prevê a Constituição aprovando a cada ano, por lei, ou se nós vamos permitir essa delegação ao Poder Executivo. Me parece um equívoco e mostra, de alguma forma, até uma fragilidade do governo, mostra uma desconfiança em relação à capacidade que terá pelos próximos  anos em votar sua proposta com o apoio de sua base.

O senhor defende os R$ 560?

O PSDB apresentou a emenda de R$ 600 e o PSDB votará com a emenda dos R$ 600. Mas nós somos realistas. Nós estamos isolados nessa questão. Portanto, se essa proposta, e é o mais provável, vier a ser derrotada, nós temos que ser realistas quando se trata de questões dessa relevância, nós devemos votar com a proposta de R$ 560 que é a proposta das centrais sindicais e de outros de partidos da oposição. Não tenho ilusão em relação ao resultado, até porque nós estamos em início de um governo, o governo tem uma base muito sólida no Congresso. Mas eu farei amanhã, da tribuna, um apelo em especial à base do governo: mais do que ser fiel ao governo, mais do que ser leal à presidente da  República, o que está em jogo aqui é o papel dessa casa na defesa da Constituição. A questão de fundo é exatamente essa: o governo, se tem um projeto de reajuste do salário pelo crescimento da economia mais inflação, é legítimo que o tenha, mas é necessário que a cada ano o governo venha aqui com sua base política defender essa proposta de reajuste e não aceitaremos passivamente essa delegação e, se for necessário, os partidos de oposição vão recorrer ao Supremo Tribunal Federal.   

Fonte: Assessoria de Imprensa do Senador Aécio Neves

quarta-feira, 29 de junho de 2011

Aécio Neves cobra respeito ao acordo sobre MPs

Senador diz que recuo no apoio à PEC que regula MPs rompe compromisso da Casa

O senador Aécio Neves cobrou, nessa quarta-feira (08/06), em Brasília, a aprovação do plenário da Casa da Proposta de Emenda Constitucional (PEC) que mudará a tramitação das Medidas Provisórias e colocará limites ao uso de MPs pelo governo federal. O senador cobrou que a PEC 11 seja colocada em discussão dentro do prazo regimental, vencido ontem, e lembrou o compromisso firmado pela base do governo de apoiar as mudanças definidas em comum com os senadores da oposição na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ).

“Nenhum de nós é incapaz de desconhecer que há um movimento claro de recuo de setores ligados ao governo em torno do acordo construído na Comissão de Justiça. Essa é uma Casa onde a palavra empenhada vale muito. Construí, aqui, uma trajetória de vida respeitando cada um dos compromissos que assumi. Tive a honra e o privilégio de, por quatro anos, liderar, aqui, o meu partido, na Câmara dos Deputados e, depois, presidi-la. E é com essa autoridade, de quem sempre relutou em assumir determinados compromissos, mas, a partir do momento em que os assumiu, os honrou, que chamo a atenção dos senhores parlamentares para aquilo que foi construído a várias mãos na Comissão de Constituição e Justiça”, discursou o senador.

Autor do substitutivo aprovado por unanimidade na CCJ, o senador Aécio Neves disse que o texto encaminhado para votação no plenário pertence, agora, ao conjunto dos parlamentares da Casa. Desrespeitando o acordo firmado, três senadores da base do governo federal apresentaram emendas ao substitutivo, o que  obriga a uma nova análise da CCJ, atrasando a votação.

“Discutimos o substitutivo que deixou de ser o substitutivo do senador Aécio e passou a ser o substitutivo da Comissão de Constituição e Justiça. Construímos um acordo, não diria inédito, mas raríssimo nessa casa, pois foi um acordo unânime. Todos os líderes partidários construímos um só texto porque naquele momento nos despimos de ser base de apoio ou de oposição para sermos aquilo que devemos ser acima de qualquer outra caracterização, defensores das atribuições do Congresso Nacional”, afirmou Aécio Neves.

Novas regras

O substitutivo articulado pelo senador Aécio Neves traz três mudanças importantes na tramitação das MPs no Congresso. Amplia o prazo para apreciação das medidas provisórias na Câmara e no Senado, garantindo mais tempo para análise das matérias. Hoje, nos 120 dias previstos para análise são usados quase que totalmente pela Câmara, restando ao Senado aprovar as medidas em poucos dias, sem analisá-las. Também cria uma comissão mista de senadores e deputados para avaliar a admissibilidade da MP, a partir dos critérios de urgência e relevância previstos na Constituição Federal.

A proposta veta ainda que, conforme determina a Constituição, o governo federal trate de temas diferentes numa mesma medida provisória, como ocorre hoje nas chamadas “árvores de Natal”. A última MP editada pelo governo sobre regime especial de incentivo a usinas nucleares, continha mais de dez temas não relacionados com o setor.

“Isso evitará os contrabandos sucessivos que vêm ocorrendo nas Medidas Provisórias e, a meu ver, claramente aqui demonstradas inúmeras vezes de forma até caricata. Em uma medida provisória que discutimos na semana passada, que começou com 20 artigos e chegou aqui com cerca de 60 artigos, tratando de mais de 15 temas não correlatos”, destacou o senador.

Fonte: Assessoria de Imprensa do Senador Aécio Neves

Novas regras para MPs podem ser votadas

Substitutivo do senador Aécio Neves, que restringe uso das medidas provisórias, chega ao plenário do Senado com apoio da OAB nacional

O plenário do Senado poderá votar, nesta quarta-feira (18/05), a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 11/11 que altera a tramitação das medidas provisórias (MPs). O texto original recebeu substitutivo do senador Aécio Neves (PSDB-MG) tornando mais rígidas as regras para edição de MPs pelo governo federal. A PEC chega ao plenário da Casa aprovada por unanimidade pela Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) do Senado e com o apoio formal da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB).

“Estou convencido que a proposta de Emenda Constitucional vai de encontro aos anseios da sociedade brasileira. Na atual fase de evolução institucional do Estado, levando-se em conta que no importante processo de fiscalização e controle dos atos da Administração, pela sociedade,
é chegada a hora de avançar no disciplinamento constitucional das medidas provisórias”, diz trecho do relatório do conselheiro federal da OAB Pedro Henrique Braga Alves (PE).

O apoio da OAB foi solicitado por Aécio Neves e mais sete senadores ao presidente da entidade, Ophir Cavalcante, no último dia 5. A decisão unânime do conselho federal da instituição fortalece a mobilização que busca impedir o uso abusivo de medidas provisórias pela Presidência da República.

O documento da OAB lembra que a distorção do uso das MPs levou à edição pelo governo federal, em um mesmo ano, de 619 MPs e reedição de outras 5.490. Alves ainda destacou que a edição das MPs deve cumprir os critérios estabelecidos na Constituição sob risco de ferir a atividade do Poder Legislativo.
“As medidas provisórias não tiveram melhor sorte em seu emprego, mesmo na normalidade democrática, tendo o seu uso sido privado de qualquer comedimento pelos presidentes pós Constituinte (1988), em conduta de flagrante usurpação do Poder Legislativo, que por muitos anos ficou inerte as abusivas edições, e mais abusivas ainda reedições de MPs desprovidas da menor conotação de relevância e urgência”, completou o relator.

Novas regras para MPs

O substitutivo do senador Aécio Neves, aprovado na CCJ após acordo entre governo e oposição, cria uma comissão mista no Congresso, formada por deputados e senadores, responsável por examinar a admissibilidade das MPs editadas, a partir dos requisitos constitucionais de urgência e relevância. As MPs perderão a eficácia se não forem admitidas pela comissão no prazo de dez dias e caso não sejam aprovadas pelo Congresso no prazo de 50 dias na Câmara – contados a partir de sua admissibilidade – e 45 dias no Senado – contados a partir da aprovação pela Câmara. Atualmente, uma MP entra em vigor na publicação e é aprovada pela maioria da base do governo mesmo sem atender aos critérios constitucionais.

As MPs também perderão a eficácia se a Câmara dos Deputados não votar, no prazo de 15 dias, as emendas feitas pelo Senado, a contar de sua aprovação pela Casa. Caso ocorra uma dessas
situações, o Congresso deverá disciplinar, por decreto legislativo, as relações jurídicas decorrentes das MPs.

Se não atender aos critérios de urgência e relevância, a MP passa a tramitar como projeto de lei em regime de urgência. Outra importante mudança para evitar o uso abusivo das medidas
provisórias será o impedimento de que uma mesma MP trate de assuntos diferentes, eliminando assim, a chamada “árvore de natal”, prática rotineira no governo federal.

Fonte: Assessoria de Imprensa do Senador Aécio Neves

terça-feira, 28 de junho de 2011

Nota do senador Aécio Neves sobre falecimento do ex-vice-presidente José Alencar

José Alencar foi um líder maiúsculo, que honrou os melhores valores de Minas e cada uma das páginas de nossa história.
Empreendedor e visionário por natureza, levou para a vida pública, no Senado da República e na Vice-Presidência, a densa experiência de quem construiu um verdadeiro império com dedicação e trabalho duro.
Neste itinerário, a partir do chão das muitas fábricas que colocou de pé, soube moldar uma generosa visão nacional.
Homem público exemplar, dedicou-se, como poucos, à causa do desenvolvimento brasileiro. Seu compromisso com ele era tão superior que se permitia, naturalmente e sem constrangimentos, fazer críticas e cobranças públicas ao governo do qual compartilhava o comando.
Desse patamar, deu inestimáveis contribuições a Minas e ao País.
Jamais perdeu a fé. Foi sempre um bravo. Um lutador que enfrentou os sacrifícios impostos pela doença de forma exemplar, com coragem e desprendimento, e um incorrigível otimismo.
Minas inteira chora por um dos seus filhos mais queridos.
O Brasil está de luto.
Perdemos, todos, um dos melhores homens públicos de nossa história.

Fonte: Assessoria de Imprensa do Senador Aécio Neves

sábado, 2 de outubro de 2010

EM Data confirma liderança de Aécio e Itamar (Estado de Minas)


O Senado tende a ter três parlamentares mineiros de oposição ao governo federal - caso se confirme a vitória da petista Dilma Rousseff na disputa pela Presidência da República. A dois dias das eleições, o ex-governador Aécio Neves (PSDB) e o ex-presidente da República Itamar Franco estariam eleitos pelos mineiros com 65% e 40% dos votos, respectivamente. Ambos fariam companhia no Senado a Eliseu Resende (DEM), eleito em 2006 e cujo mandato termina em 2014.

Pesquisa EM Data realizada entre 29 de setembro e ontem mostra o ex-prefeito de Belo Horizonte Fernando Pimentel (PT) na terceira colocação, com 32% das intenções de voto. Quando se excluem os nulos e brancos - computando apenas os votos válidos - a diferença entre o petista e Itamar seria menor: o ex-presidente foi citado por 28% e Pimentel por 22%. Zito Vieira (PCdoB) aparece na sequência da disputa pelo Senado com minguados 3%. Os demais candidatos somaram apenas 3% da preferência dos eleitores entrevistados em 51 cidades de Minas Gerais. A margem de erro da pesquisa é de três pontos percentuais para mais ou para menos.

Na sondagem espontânea, em que não é apresentada ao eleitor a lista com o nome dos candidatos a senador, o ex-governador Aécio Neves mantém a larga vantagem sobre os demais candidatos às duas vagas mineiras no Senado, com 45% das intenções de votos. Itamar Franco e Pimentel aparecem em seguida com 29% e 20%, respectivamente. Todos os outros candidatos somaram 5%.

À véspera das eleições, ainda é grande o número daqueles que estão indecisos sobre o voto para o Senado. O índice daqueles que disseram votar em branco ou anular o voto atingiu 57%. Número que já foi um pouco menor: na pesquisa realizada entre 19 e 21 de setembro eles somavam 51%. Este ano, o eleitor tem direito a dois votos para senador, por isso, a soma da pesquisa para o cargo é de 200%.

Metodologia
O Instituto EM Data ouviu 1,1 mil eleitores de 51 cidades mineiras entre 29 de setembro e ontem. A pesquisa foi registrada no Tribunal Regional Eleitoral (TRE) com o número 76.978/2010 e recebeu o número 33.436/2010 no Tribunal Superior Eleitoral (TSE). O levantamento contou com a consultoria técnica da Giga Consultoria Ltda.

sexta-feira, 1 de outubro de 2010

Aécio e Itamar mantém liderança na disputa para o Senado

Ex-presidente Itamar cresce nas pesquisas de intenção de voto para o Senado, diz Data Tempo/CP2



O ex-presidente Itamar Franco, candidato ao Senado Federal, apresentou novo crescimento nas intenções de voto para o Senado, segundo a pesquisa Data Tempo/CP2 divulgada hoje (01/10) pelo jornal O Tempo. De acordo com os números do instituto, Itamar tem 46,2% das intenções de voto no Estado. Na medição anterior, divulgada na última terça-feira, ele tinha 43,6%. O crescimento foi de quase três pontos percentuais em menos de uma semana.

Os números do Data Tempo/CP2 também mostram que o ex-governador Aécio Neves mantém a liderança nas pesquisa para o Senado com 70,2% da preferência dos mineiros. Já o candidato que aparece em terceiro lugar na pesquisa tem apenas 36,1%. Neste ano, dois senadores serão eleitos em Minas Gerais.

O DataTempo/CP2 ouviu 2.062 pessoas em todo o Estado entre os dias 24 e 28 de setembro. A margem de erro é de 2,16 pontos percentuais. A pesquisa está registrada no Tribunal Regional Eleitoral (TRE-MG) com o número 75.546/2010.

Datafolha
A liderança nas intenções de voto de Aécio Neves e Itamar Franco para o Senado também foi confirmada pela última pesquisa do instituto Datafolha divulgada ontem. Aécio mantém a preferência de 67% dos eleitores mineiros e Itamar Franco está com 43%, enquanto o terceiro colocado ficou com 34%.

Considerando os votos válidos, Aécio está com 43% dos votos e Itamar 28%. O terceiro colocado com 22%. A nova pesquisa Datafolha ouviu 2.044 eleitores nos dias 28 e 29 de setembro. A margem de erro é de dois pontos percentuais. A pesquisa está registrada no TRE-MG com o número 76.361/2010.

quinta-feira, 30 de setembro de 2010

terça-feira, 28 de setembro de 2010

Anastasia vai priorizar a regionalização da saúde


Nos últimos oito anos, o Governo de Minas promoveu importantes investimentos em diversas áreas que resultaram em um salto de crescimento da economia do Estado e transformaram a vida da população.

O esforço empreendido ao longo dos governos de Aécio Neves e Antonio Anastasia preparou Minas Gerais para receber novas empresas e gerar mais empregos para a população.

Minas desenvolve ações e programas referência em todo o país. O trabalho de Aécio e Anastasia é reconhecido por órgãos do governo federal e também internacionais. O Estado tem hoje o melhor desempenho do Brasil nas séries iniciais do ensino fundamental. De 2003 a 2009, Minas conseguiu reduzir em 22,4% a mortalidade infantil, e a taxa de internações por desnutrição nas regiões mais pobres caiu 55%.

Para os próximos quatro anos, o Plano de Governo do Antonio Anastasia assumiu 365 compromissos, que pretendem consolidar essas conquistas. O principal desafio na área da saúde é o investimento na melhoria da qualidade da atenção primária que é responsável por resolver mais de 85% dos problemas de saúde da população. O Governo de Minas priorizará a regionalização da saúde com investimento nos centros de atenção especializada e no fortalecimento dos hospitais regionais para garantir serviços de saúde mais próximos da população.

Conheça no documento em anexo os resultados alcançados pelos governos Aécio Neves e Antonio Anastasia nos últimos anos e os compromissos assumidos por Anastasia na área da saúde para os próximos quatro anos.

segunda-feira, 27 de setembro de 2010

Estado de S. Paulo: Anastasia abre 13 pontos sobre Hélio Costa

Segundo Ibope, candidato do PSDB tem 46%, enquanto adversário do PMDB soma 33%; com 57% dos votos válidos, ele venceria no primeiro turno



O governador de Minas Gerais, Antonio Anastasia (PSDB), que concorre à reeleição, subiu quatro pontos porcentuais em três dias e ampliou a vantagem sobre o peemedebista Hélio Costa. Se a eleição fosse hoje, ele venceria no primeiro turno, segundo pesquisa Ibope/Estado/TV Globo

Anastasia tem 46% das intenções de voto, 13 pontos porcentuais a mais que Costa, com 33%. Na pesquisa anterior, eles apareciam com 43% e 34%, respectivamente.

Com esse resultado, o tucano teria 57% dos votos válidos - os efetivamente dados aos candidatos, sem contar nulos e brancos. Para vencer no primeiro turno, um candidato precisa de 50% mais um dos votos válidos.

Na disputa pelo Senado não houve alterações no quadro. Aécio Neves (PSDB), primeiro colocado, teria 69% dos votos totais e 46% dos válidos. Em segundo está Itamar Franco (PPS), com 44% dos votos totais e 30% dos válidos. O petista Fernando Pimentel, que tenta tirar de Itamar a segunda vaga em disputa no Estado, oscilou um ponto para baixo. Ele tem 29% dos votos totais e 19% dos válidos.

Na corrida presidencial, a candidata do PT, Dilma Rousseff, se mantém na frente em Minas Gerais, mas sua vantagem em relação aos adversários diminuiu.

Em três dias, Dilma oscilou de 51% para 49%. O tucano José Serra se manteve com 25%, e Marina Silva (PV) passou de 13% para 15%.

O Ibope ouviu 2.002 eleitores em 113 municípios de Minas entre os dias 23 e 25 de setembro. A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral com o número 31.796/2010.

sexta-feira, 24 de setembro de 2010

Anastasia: decisão final no dia 3 de outubro será do povo mineiro

Governador afirma aguardar com serenidade a confirmação nas urnas da sua liderança apontada pelas pesquisas


A nova pesquisa Datafolha divulgada na noite de ontem mostra que o governador Antonio Anastasia ampliou a vantagem sobre seu adversário Hélio Costa, do PMDB. Segundo Datafolha, a preferência por Anastasia é de 42% das intenções de voto em Minas, contra 37% do outro candidato. Na pesquisa anterior, o governador tinha 40%.

Anastasia disse que entra otimista na reta final da campanha e que o reconhecimento dos eleitores é que promoveu a virada de sua campanha em Minas Gerais. O governador afirmou aguardar com serenidade a confirmação nas urnas pelo povo mineiro da sua liderança apontada nas pesquisas.

“Sentimos nas visitas ao interior, no contato com as pessoas, uma receptividade muito grande. Sempre reitero que a decisão final é aquela que o povo mineiro, os eleitores mineiros vão acolher no dia 3 de outubro. Estamos muito tranquilos e serenos com a nossa campanha e com as nossas propostas”, afirmou Antonio Anastasia.

A liderança de Anastasia na disputa pelo Governo de Minas já foi confirmada por cinco institutos de pesquisas. Além do Datafolha, Ibope, EM Data, DataTempo/CP2 e Nexus também divulgaram pesquisas nesta semana mostrando que o governador é o preferido dos eleitores mineiros. A 10 dias das eleições, Anastasia afirmou que continuará viajando por diversas cidades do interior para levar as propostas de seu Plano de Governo para os próximos quatro anos.

“Vamos continuar trabalhando da forma que viemos desde o início da campanha, de maneira muito responsável, muito tranquila, com o pé no chão, com muita humildade, com muita sobriedade”, disse o governador.

Hoje Antonio Anastasia visita os municípios de Guanhães (Vale do Rio Doce), Capelinha e Diamantina (Vale do Jequitinhonha). Em Diamantina, ele estará acompanhado do ex-governador Aécio Neves, do ex-presidente Itamar Franco, candidatos ao Senado, e do candidato à Presidência, José Serra. No sábado, está prevista uma grande manifestação da coligação Somos Minas Gerais em Juiz de Fora, na Zona da Mata.

Liderança reafirmada
A nova pesquisa Datafolha também mostra que o governador seria reeleito no primeiro turno. Considerando apenas os votos válidos, Anastasia tem 51% das intenções contra 44% de Hélio Costa. Para ser eleito no primeiro turno, o candidato precisa ter 50% dos votos válidos mais um voto.

Os números do Datafolha mostram que o crescimento da candidatura de Antonio Anastasia é consistente. Em dois meses de campanha, o governador cresceu 24 pontos percentuais. O candidato do PMDB apresenta uma situação oposta. Ele caiu sete pontos no mesmo período. Em caso de eventual segundo turno, o governador Antonio Anastasia também seria reeleito, segundo o Datafolha. Ele tem 47% das intenções de voto, contra 42% do outro candidato.

Senado
O Datafolha também confirmou a liderança de Aécio Neves e Itamar Franco na disputa para o Senado. Aécio tem a preferência de 67% dos eleitores mineiros e Itamar Franco está com 43%, enquanto o terceiro colocado está com 32%. Neste ano, os eleitores irão eleger dois senadores.

Considerando os votos válidos, Aécio está com 44% dos votos e Itamar 28%. O terceiro colocado com 21%. A nova pesquisa Datafolha ouviu 1.974 eleitores nos dias 21 e 22 de setembro. A margem de erro é de dois pontos percentuais. A pesquisa está registrada no TRE-MG com o número 73.576/2010.

quinta-feira, 23 de setembro de 2010

Multidão vai às ruas de Montes Claros apoiar a reeleição de Anastasia

Aécio Neves diz que apoio maciço da população e de lideranças políticas da região é o maior reconhecimento do trabalho desenvolvido pelo governo nos últimos oito anos


O Norte de Minas mais uma vez deu uma grande demonstração de apoio à reeleição do governador Antonio Anastasia. Cerca de 5 mil pessoas se reuniram nas ruas de Montes Claros, nesta quinta-feira (23/09), para receber Anastasia e o ex-governador Aécio Neves, candidato ao Senado. Os candidatos foram recepcionados no aeroporto de Montes Claros por 80 prefeitos e caravanas de vários municípios da região.

Antonio Anastasia agradeceu o carinho da população e afirmou que a manifestação de apoio é um reconhecimento ao trabalho desenvolvido ao longo dos últimos oito anos pelo Governo do Estado em favor da população do Norte de Minas.

“É uma adesão muito significativa, de reconhecimento ao que foi feito nos últimos anos, por Aécio e por mim. Vamos ficar confiantes, mas sempre com muita humildade, com o pé no chão, trabalhando firme para uma vitória expressiva em Minas”, afirmou Antonio Anastasia.

O ex-governador Aécio Neves afirmou que o apoio maciço de prefeitos da região é o reflexo da responsabilidade do Governo de Minas para cuidar da infraestrutura do Norte de Minas e na redução das desigualdades sociais. Para Aécio, a grande receptividade dos mineiros se deve à aprovação de um projeto de governo que foi vitorioso e que será continuado por Antonio Anastasia.

“Fizemos um governo honrado, sério, que teve a maior aprovação em todos os governos brasileiros. Realizamos obras e é isto que vocês estão vendo. Há um reconhecimento da população e é natural que estas lideranças políticas acabem ficando. É o apoio avassalador em torno de um projeto de governo”, afirmou.

O ex-governador também destacou que a candidatura de Anastasia à reeleição representa a vontade dos mineiros e não um projeto pessoal ou de um grupo político.

“Anastasia não é o candidato de si próprio, ele não é candidato por um ato de vaidade pessoal. Ele é candidato porque tem a responsabilidade de continuar um projeto vitorioso em Minas. Por isso, o Norte está com ele, por isso Minas está cada vez mais com ele. Os mineiros estão apontando Antonio Anastasia como seu futuro governador e vai ser muito bom para todos os mineiros de todos os partidos, seja da nossa coligação, seja da oposição”, afirmou Aécio Neves.

Carinho do povo
A população saiu em peso às ruas para demonstrar o apoio à reeleição de Antonio Anastasia, ao governo de Minas e de Aécio Neves, ao Senado Federal, nesta reta final de campanha. Do aeroporto os candidatos seguiram em uma carreata formada por dezenas de carros e centenas de motocicletas. Ao longo de todo percurso até a Praça da Catedral Metropolitana de Nossa Senhora Aparecida, os candidatos foram saudados por bandeiras, fogos de artifício.

Em razão do grande número de pessoas nas ruas, Antonio Anastasia e Aécio Neves só conseguiram caminhar por um quarteirão no Centro da cidade. O contato direto com a população encerrou a mobilização da campanha que nesta quinta-feira passou também por Curvelo, São Francisco e Bocaiúva.

Reconhecimento dos prefeitos
Prefeitos de vários partidos políticos, incluindo do PT e do PMDB, mais uma vez deram uma grande demonstração de apoio à reeleição de Antonio Anastasia. O prefeito de Verdelândia, Wilton Madureira (PT), fez questão de acompanhar a caravana do município para receber o governador em Montes Claros, distante quase 180 km de sua cidade. Ele ressaltou que o Governo de Minas apoiou seu município sem distinção partidária.

“Todos os compromissos feitos comigo e com o município foram cumpridos, tanto na administração do Aécio, como na administração do Anastasia. Por isso que eu não poderia deixar de votar neles agora nesse momento. Construímos escolas, parque de eventos, casas populares, seis postos de saúdes e quadras esportivas. Anastasia ajudou a todos os prefeitos e municípios, sem olhar a questão partidária, levando o benefício diretamente para a população dos municípios”, disse.

O prefeito de Patis, Valmir Moraes de Sá (PTB), presidente Associação dos Municípios da Área Mineira da Sudene (AMANS), que reúne 92 municípios do Norte e Noroeste de Minas e Vale do Jequitinhonha, afirmou que a manifestação de apoio da população da região é um reconhecimento aos avanços obtidos na região, no governo Aécio e Anastasia.

“Esse apoio é devido ao trabalho que tem sido feito em prol do Norte de Minas. Fomos muito bem atendidos, muito bem tratados na gestão de Aécio Neves. E com o Anastasia, sabemos que vamos complementar esse trabalho. Anastasia tem preocupação com a área social. É uma pessoa de coração bom, transparente, é um homem de ficha limpa. Minas Gerais só tem a ganhar em apoiá-lo”, afirmou.

O prefeito de Francisco Sá, José Mário Pena (PV), afirmou que Anastasia e Aécio resolveram a maior dificuldade dos municípios que é a questão da arrecadação. “A gente não consegue administrar só com a renda própria do município. Esse governo tem sido verdadeiramente diferenciado em relação aos municípios pequenos. Pegamos uma saúde com estrutura muito precária e, hoje, o hospital de Francisco Sá é uma referência na região. Tenho conversado com meus colegas, com os prefeitos da região, e há uma satisfação geral”, disse.

Atenção especial
O Norte de Minas e os Vales do Jequitinhonha e Mucuri, consideradas as regiões mais pobres do país, tiveram atenção especial no governo de Aécio e Anastasia. Grande parte dos municípios beneficiados com o Proacesso, programa de pavimentação de estradas, está nessas regiões.

De 2003 a 2009, o Governo de Minas investiu R$ 4,7 bilhões em ações de redução da pobreza e das desigualdades regionais e essas regiões têm recebido o maior investimento per capita. Neste período, para cada um real investidos nas outras regiões do Estado, o Governo do Estado investiu o dobro no Norte e vales do Jequitinhonha e Mucuri. O Governo de Minas criou a Copanor, subsidiária da Copasa, para atender especialmente a região com água tratada e esgotamento com tarifas reduzidas para a população.

quarta-feira, 22 de setembro de 2010

Aécio Neves é recebido com festa em Sete Lagoas


O ex-governador Aécio Neves visitou Sete Lagoas (Região Central) nesta quarta-feira (22/09). Acompanhado por lideranças políticas da região, Aécio Neves participou de carreata e caminhou pelo centro comercial, onde foi recebido com carinho pelos eleitores.

sexta-feira, 17 de setembro de 2010

Aécio desmente com veemência especulação sobre mudança de partido


O ex-governador Aécio Neves desmentiu hoje (17/09), de forma veemente, a informação sobre uma eventual mudança de partido ou criação de legenda.

“Essa informação não tem qualquer fundamento. É mais uma especulação infundada, sem qualquer relação com a realidade, a exemplo dos mesmos boatos que, ano passado, davam como certa minha saída do PSDB. O PSDB é minha casa e, não apenas vou permanecer nele, como estou lutando para dar ao partido uma bela vitória em Minas.”

quinta-feira, 16 de setembro de 2010

Aécio Neves reforça a campanha de Antonio Anastasia no Sul de Minas

Ex-governador visita Itajubá, Três Corações e Passos e convoca os mineiros para reeleger Anastasia em 3 de outubro


O ex-governador Aécio Neves, candidato ao Senado Federal, defendeu, nesta quinta-feira (16/09), no Sul de Minas, a reeleição de Antonio Anastasia para dar continuidade aos avanços sociais obtidos em Minas Gerais nos últimos anos. Aécio Neves percorreu os municípios de Itajubá, Três Corações e Passos, onde conversou com eleitores e apresentou as propostas dos candidatos da coligação “Somos Minas Gerais”. O ex-governador foi saudado por centenas de eleitores nas cidades visitadas e recebeu o apoio de diversos prefeitos e outras lideranças políticas da região.

“Construímos um modelo de gestão em Minas que o Brasil inteiro respeita e aplaude e que fez com o Estado crescesse muito mais do que a média nacional em todos os indicadores. E esse processo, para ter continuidade, depende da eleição do governador Antonio Anastasia, o nosso candidato. E tenho certeza que o Sul de Minas já tem essa percepção”, afirmou Aécio Neves, em Três Corações.

Aécio Neves ressaltou a importância da continuidade ao inovador modelo de administração pública adotado em Minas, em 2003, referência hoje em todo o país. Ele afirmou que o governador Antonio Anastasia é o candidato mais preparado dar continuidade às parcerias com os municípios que permitiram diminuir a desigualdade entre as regiões de Minas e melhorar a qualidade de vida da população.

“Minas tem que continuar avançando. Temos hoje os melhores resultados econômicos e sociais dentre todos os estados brasileiros e o governador Anastasia é a garantia de que isso não vai ser interrompido. Uma eventual derrota de Anastasia seria a vitória de interesses externos a Minas Gerais e talvez a derrota do projeto de Minas”, afirmou o ex-governador em Itajubá.

O ex-governador Aécio Neves afirmou que a população do Sul de Minas reconhece o compromisso de Anastasia com o desenvolvimento de todas as regiões do Estado. Ele destacou as ações do Governo de Minas realizadas nos últimos oito anos na região, que permitiram a realização de obras de infraestrutura em todos os municípios.

“O Sul de Minas é uma das alavancas propulsoras do desenvolvimento do Estado e, por isso, foram feitas, ao longo desses últimos oito anos, do governo Aécio/Anastasia, muitas parcerias com todo o Sul, na área viária, com interligação das cidades onde ainda não havia asfalto, na área da segurança, na saúde, na educação e esse processo não pode ser interrompido”, declarou o ex-governador.

Festa em Itajubá
Aécio Neves foi recebido em Itajubá por prefeitos e lideranças políticas da região. Ele fez carreata até o Centro da cidade, onde foi saudado pela população durante todo o percurso. O ex-governador também fez caminhada pelo Calçadão de Itajubá, onde fez parada para um lanche no Café do Vandinho. No percurso, ele foi festejado por centenas de eleitores.

Em Três Corações, Aécio Neves foi recebido com foguetório ao desembarcar no estádio do Atlético Tricordiano. O governador saiu em carreata pelas principais ruas e avenidas do Centro de Três Corações. Moradores de todas as idades acenaram para o governador.

Mesmo com sol forte, uma multidão acompanhou o governador em caminhada, repetindo a última visita do ex-governador no mês passado ao lado do governador Antonio Anastasia. A dona de casa Regiane Maria Sabino foi ao local com uma bandeira de apoio aos candidatos da coligação “Somos Minas Gerais” para ver o ex-governador de perto.

"Aécio Neves foi excelente governador, como seu avô, Tancredo Neves. Pode fazer sol ou chuva, virei vê-lo toda vez que estiver visitando Três Corações. Votarei nele, como votarei em Antonio Anastasia, que foi seu braço-direito", declarou.

O ex-governador foi abraçado pela dona Alessana Ribeiro Vilela, que fez questão de que o ex-governador pegasse seu filho, João Gabriel, de 4 anos, no colo: "Ele foi o melhor governador de Minas", declarou a eleitora.

O ex-governador encerrou a visita ao Sul de Minas, em Passos, onde afirmou que está confiante na reeleição de Antonio Anastasia e de Itamar Franco para o Senado.

“Cada vez que se conhece mais o governador Anastasia, cada vez que se reconhece o seu trabalho ao meu lado, a população opta pelo governador Anastasia. E a eleição de Itamar para o Senado é fundamental, para que o Senado tenha a altivez, a independência necessária para ajudarmos ao governador Anastasia”, afirmou Aécio Neves.

Em Passos, o ex-governador foi recebido por 30 prefeitos no aeroporto. Ao lado das lideranças políticas ele fez carreata pelas ruas e avenidas da cidade. Durante o percurso, ele recebeu homenagem de 50 senhoras da Universidade Aberta à Maturidade que carregavam bandeiras de Minas.

Na avenida Avelino Maia, importante ponto comercial da cidade, conhecida como a “Avenida da moda”, onde concentra maior número de confecções, Aécio Neves desceu do carro e fez caminhada com eleitores.

Apoio dos prefeitos
No Sul de Minas, diversas lideranças políticas manifestaram apoio à reeleição de Antonio Anastasia ao Governo de Minas, do ex-governador e do ex-presidente ao Senado. O prefeito de Três Corações, Fausto Ximenes (PSDB), destacou o esforço de Aécio e Anastasia para sanear as contas do Estado e garantir o desenvolvimento de todas as regiões.

“Tudo que o governo fez nesse período todo, teve as quatro mãos de Aécio e Anastasia. O Estado modificou completamente. Pegamos um Estado praticamente falido e, hoje, é um dos melhores estados do nosso país”, disse.

O prefeito de Marmelópolis, Walmir Alves (PR), ressaltou a ampliação do serviço de telefonia celular a todos os municípios do Estado.

“A telefonia móvel realmente trouxe um avanço muito grande, principalmente na área da saúde para as comunidades de bairros mais distantes. Se alguém adoecia lá no bairro, teria que alguém ir até a cidade chamar a ambulância. Agora não. Temos um plantão que fica 24 horas e se alguém adoecer é só pegar o celular e ligar na mesma hora”, disse.

O prefeito de Piranguçu, Alexandre Ramos (PTB), afirmou que a gestão Aécio/Anastasia foi fundamental para o desenvolvimento econômico e social dos pequenos municípios.

“Não temos o que reclamar. Temos só que agradecer o belo trabalho que foi feito por Aécio e Anastasia”, declarou.

O prefeito de Careaçu, Tovar dos Santos Barroso (DEM), elogiou a postura de Antônio Anastasia e Aécio Neves que atenderam a todos os municípios de Minas, sem distinção partidária.

“A gestão Aécio/Anastasia resgatou a dignidade dos mineiros. Minas deu um salto de qualidade em todas as áreas. Foi um governo excepcional. Foi uma relação técnica e os municípios não tem nada a reclamar”, disse.

O prefeito de Itajubá, Jorge Renó (PTB), também defendeu a reeleição de Antonio Anastasia. Segundo ele, a permanência do governador significa a continuidade do desenvolvimento no Estado.

“Não podemos perder a oportunidade de continuar nesse ritmo de desenvolvimento que entramos. Itajubá hoje depende dessa reeleição do professor Anastasia para continuar esse seu desenvolvimento”, afirmou.

quarta-feira, 15 de setembro de 2010

“Somos Minas Gerais” esclarece afirmações incorretas de Hélio Costa

A Coligação “Somos Minas Gerais” esclarece que:

1 – É incorreta a declaração feita pelo candidato do PMDB, Hélio Calixto Costa, de que o Governo de Minas não assinou o PAC das Cidades Históricas. Na verdade, o Governo de Minas é parceiro do Governo Federal neste programa desde o lançamento no Estado, realizado em Ouro Preto, em 21 de outubro de 2009 , com a presença do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e do então governador Aécio Neves.

Na mesma ocasião, o Governo de Minas, por meio da Cemig, o Governo Federal, por meio do Iphan, e o presidente da Associação das Cidades Históricas de Minas Gerais assinaram protocolo de intenções para implantação de cabeamento subterrâneo em 27 cidades históricas no Estado, em substituição à rede elétrica existente. Um investimento R$ 34 milhões divididos igualmente entre o Governo de Minas e o Governo Federal. O processo de transferência da rede elétrica encontra-se atualmente em entendimentos entre a Cemig e empresas de telefonia.

O Governo de Minas e a Superintendência do Iphan em Minas Gerais, órgão ligado ao Governo Federal, já finalizaram também os documentos necessários ao convênio do PAC das Cidades Históricas, e aguardam apenas o fim do período eleitoral para a assinatura do mesmo. O Estado interrompeu a assinatura de quaisquer convênios no período de três meses que antecedem à data das eleições em cumprimento da lei eleitoral.

2 – É incorreta a afirmativa do candidato Hélio Calixto Costa de que o Hospital Regional de Varginha "não é estadual e está sendo mantido pela Prefeitura”. .

Mesmo não tendo a gestão sob a responsabilidade do Estado, o Hospital Regional de Varginha já recebeu R$ 4,3 milhões em investimentos do Governo do Estado desde 2003. Apenas no último mês, foram repassados R$ 330 mil, através do Programa de Fortalecimento e Melhoria da Qualidade dos SUS Minas Gerais (ProHosp).

Os recursos foram aplicados na compra de material para a maternidade e UTI neonatal, no atendimento e na construção da Casa da Gestante de Alto Risco, compra de equipamentos e na manutenção e custeio do hospital. Os investimentos feitos pelo Estado permitiram melhorias que credenciaram o hospital junto ao SUS para realizar cirurgias cardíacas.

Belo Horizonte, 15 de setembro de 2010.

segunda-feira, 13 de setembro de 2010

Anastasia vai manter debate em alto nível em respeito à Minas

Governador diz que não responderá ofensas pessoais feitas a ele pelos adversários


O governador Antonio Anastasia, candidato à reeleição e o ex-governador Aécio Neves, candidato ao Senado Federal pela coligação “Somos Minas Gerais”, defenderam nesta segunda-feira (13/09) que o debate eleitoral em Minas seja feito sem troca de ofensas entre os candidatos, em respeito à população do Estado. Anastasia disse que as ofensas pessoais não fazem parte da tradição política de Minas e que ele responderá com propostas de governo aos ataques que têm sido feitos contra ele pelos candidatos adversários.

“Minha formação não me permite subestimar e ofender as pessoas. Eu acho que a política não é feita para fazermos ofensas e desagravos. É claro que estamos sempre abertos a fazer o debate político, de ideias, de princípios e de programas. Fico muito curioso para saber por que estão havendo estas ofensas, que não são próprias inclusive do ambiente político de Minas Gerais. Mas estamos muito tranqüilos com o que fizemos, com as nossas propostas e, em especial, como os mineiros estão nos recebendo e as pesquisas indicam isso de maneira muito clara”, afirmou Antonio Anastasia.

Acompanhado pelo ex-presidente Itamar Franco, candidato ao Senado e pelo ex-ministro e ex-embaixador do Brasil em Cuba, Tilden Santiago, segundo suplente de Aécio Neves, os candidatos da coligação Somos Minas Gerais fizeram hoje, juntos, mais uma caminhada, conversando diretamente com os eleitores de Santa Luzia, município da Região Metropolitana de BH.

Para o ex-governador Aécio Neves, os ataques dos candidatos adversários causam surpresa, já que o espaço que vem sendo gasto com ofensas poderia estar sendo utilizado para o debate de ideias. Ele citou o candidato a vice na chapa do PMDB, Patrus Ananias, que, semana passada, acusou o governador de Minas de “medíocre” e “apagado”. Aécio Neves destacou que o crescimento da candidatura de Antonio Anastasia na preferência dos mineiros, apontado pelos institutos de pesquisa Datafolha, Ibope, DataTempo/CP2 e Nexus.

“É realmente surpreendente essa posição do senhor Patrus, não sei se em razão da queda nas pesquisas ou do nosso crescimento, na verdade um espaço que poderia estar sendo utilizado para o debate de ideias vem sendo utilizado para ofensas sem qualquer cabimento e acho que o senhor Patrus corre o risco de sair dessa eleição muito menor do que entrou”, disse Aécio Neves.

Participação popular
Antonio Anastasia afirmou que a estratégia da sua campanha para o Governo de Minas será mantida nas próximas semanas com a apresentação das novas propostas que constam do Plano de Governo, lançado semana passada. O governador destacou que o caráter inovador do seu Plano de Governo, que abre espaço para uma participação popular na construção de novas propostas e programas. Anastasia disse que todas as regiões mineiras são prioridades do governo.

“Todo o Estado é importante, todo eleitor mineiro, os 14 milhões de eleitores mineiros são fundamentais e todos têm que participar. Estamos viajando pelo Estado todo e vamos continuar fazendo assim. As pesquisas indicam que o nosso crescimento é um sustentável, firme, e nas viagens, nós notamos isso”, disse Antonio Anastasia.

Região Norte de BH
Ao chegar a Santa Luzia, a primeira de quatro cidades que serão percorridas nesta segunda-feira na Região Metropolitana de Belo Horizonte, Antonio Anastasia destacou os investimentos feitos pelo Governo de Minas para desenvolver o vetor Norte da capital, com a atração de novas empresas e a implantação da Cidade Administrativa do Estado e do primeiro aeroporto indústria do país, em Confins.

“Estamos no vetor Norte da Região Metropolitana e sabemos o que foi feito nessa região em termos de investimentos e da valorização, com forte geração de empregos. A atração para cá da indústria aeronáutica, de toda a questão do entorno da Cidade Administrativa, para termos aqui empregos de qualidade”, afirmou Antonio Anastasia.

sexta-feira, 10 de setembro de 2010

quinta-feira, 9 de setembro de 2010

Artistas mineiros entregam manifesto em apoio à reeleição de Anastasia


O governador Antonio Anastasia recebeu, na noite desta quarta-feira (08/09), em Belo Horizonte, o manifesto de apoio à sua reeleição assinado por 500 profissionais dos diversos segmentos da área cultural em Minas Gerais. O manifesto “Cultura está com Anastasia – Liberdade e Arte” foi entregue durante encontro realizado no Centro Cultural 104, na Praça da Estação. No documento, músicos, escritores, artistas plásticos, produtores, cineastas e artesãos reafirmaram o compromisso do setor com o futuro e continuidade dos avanços ocorridos em Minas.

Durante o evento, modelos desfilaram com roupas inspiradas na bandeira de Minas Gerais e na campanha pela reeleição de Anastasia. Também estiveram presentes o ex-governador Aécio Neves, candidato ao Senado, e o presidente da Assembleia e candidato a vice-governador, deputado Alberto Pinto Coelho.